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Pirataria

Cultura da pirataria, um dos principais entraves para o combate desse problema

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“O brasileiro vê a pirataria como um crime aceitável e essa cultura é um dos entraves para o seu combate”, disse recentemente o superintendente de fiscalização da Ancine, Eduardo Carneiro.

Mas essa visão, que pode em um primeiro momento parecer até meio pitoresca, não considera um fato digno de nota, apontado pelo presidente do FNCP- Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade, Edson Vismona, em matéria publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo: “Em 2018, a soma dos gastos oficiais com a saúde e educação foi de R$ 208 bilhões, quase o mesmo valor que o Brasil perdeu por conta do mercado movido pelo crime”. Quando se pensa que os orçamentos de duas das mais prioritárias áreas de assistência pública no País – saúde e educação – sejam equivalentes ao volume de dinheiro que o Estado deixa de arrecadar por falhas no combate às organizações criminosas, essa cultura da pirataria começa a perder a graça.

Outra fala recente e importante, registrada em matéria da Agência Brasil, foi a do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, ao participar da abertura do II Encontro Nacional de Combate à Pirataria e a Crimes Correlatos, realizado pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNPC), órgão vinculado ao ministério. Segundo o ministro, não se pode ignorar o papel que o crime organizado tem na linha de produção e comercialização dos produtos piratas. “Este mercado é dominado por grandes organizações criminosas violentas. A visão de que um pequeno criminoso atua nisso para ganhar sua vida é antiga e até pode acontecer na ponta, mas existe uma linha de produção e comercialização que envolve grandes criminosos. O comércio de produtos piratas, falsificados e contrabandeados ajudam a financiar várias organizações criminosas que praticam outros atos ilícitos, como o tráfico de drogas e assaltos”.

Segundo o ministro, “combatendo a pirataria, nós protegemos investimentos, fortalecemos a economia, protegemos o consumidor – às vezes, dele mesmo – e enfrentamos o crime organizado, descapitalizando-o.” Presente no mesmo evento, o secretário nacional do Consumidor, Luciano Timm, disse que é difícil estabelecer, com exatidão, quanto em dinheiro o país perde com a pirataria e o contrabando, já que se trata de atividades ilícitas cujos envolvidos procuram esconder. De acordo com o secretário, é possível falar em ao menos R$ 20 bilhões em perdas, somando o que o Estado calcula que deixa de arrecadar em tributos com os postos de trabalho formais que deixam de ser criados.

Antipirataria

ABTA: combate à pirataria repercute no exterior

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Presidente da ABTA, Oscar Simões em entrevista para o site Leaders League

As ações de combate à pirataria no Brasil, com grandes operações de sucesso, têm sido repercutidas internacionalmente. O site Leaders League publicou entrevista com o presidente executivo da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), Oscar Simões, que respondeu sobre o combate e os desafios em relação aos avanços tecnológicos da pirataria e a sua prática ilegal.

Simões contou sobre a ação realizada em conjunto às polícias de vários Estados do Brasil e que a ABTA, para apoiar essa força-tarefa antipirataria, conta com quatro pilares: medidas técnicas, institucionais, judiciais e de comunicação, que tem dado resultados significativos.

Além disso, o presidente mostrou a importância das campanhas publicitárias que visam conscientizar a população sobre o tema, realizadas pela entidade em canais de TV aberta e paga, falou sobre os principais obstáculos no combate à pirataria no Brasil e deu um panorama do futuro da ABTA.

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Pirataria

TV box não é sinônimo de TV pirata

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Importantes redes de vendas de eletrodomésticos têm ajudado na causa antipirataria ao orientar os consumidores sobre como adquirir produtos legais e não ser enganando levando “gato por lebre”, como acontece muito na compra de TVs Box.

Matéria publicada no site da Leroy Merlin é um exemplo disso, ao ensinar o que é e como comprar uma TV Box sem aderir à ilegalidade já que, uma das grandes dúvidas do cliente é se ela é um produto legal ou não.

O que é?

Para aqueles que ainda não sabem exatamente o que é a TV Box, a matéria explica em poucas palavras, que é a transformação do aparelho de TV comum em um modelo smart.

Por meio dela é possível contar com a tecnologia 4K e a TV normal passa a ser uma central de multimídia, com acesso à filmes e séries em serviços de streaming, jogos e aplicativos e conteúdos disponíveis na internet. Além disso é possível integrar o aparelho com os sistemas operacionais de smartphones e tablets Android ou Apple.

Legalidade

De acordo com o texto, para evitar que o modelo procurado seja atrelado ao crime de pirataria é preciso, primeiramente, escolher um produto que tenha o selo de homologação da Anatel, sem sistema operacional que dê acesso clandestino a canais de TV fechada e à serviços de streaming.

E, para garantir ainda mais a qualidade e sua legalidade, é necessário optar sempre por produtos que tenham boa procedência e nota fiscal.

Características importantes

Hoje em dia, existem muitas opções desses aparelhos e, portanto, é importante que o consumidor pesquise o que mais se adapta ao que deseja e escolha um produto eficiente que ofereça todas as vantagens que uma smart TV possui.

Ainda, segundo texto da loja, as TVs Box tem características e funcionalidades que devem ser avaliadas antes da compra como: processador, memória RAM, armazenamento, armazenamento interno e conectividade com entradas e USB e conexão via bluetooth.

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