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Pirataria

Campanha mostra incoerência nas atitudes de piratas

Vídeo anti-pirataria mostra questionamentos de crianças que não entendem adultos que ensinam o correto mas consomem conteúdo ilegal.

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A Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) iniciou uma campanha anti-pirataria em formato de vídeo para conscientizar a população sobre a imoralidade desta prática ilegal (veja o site da campanha aqui). A iniciativa foi idealizada pela Globo e a intenção é que outros sete vídeos de 30 segundos cada sejam divulgados e exibidos em intervalos da programação de canais abertos e fechados durante os próximos meses.

A primeira produção mostra crianças questionando como aprendem dos adultos desde cedo que não se deve jogar lixo no chão ou comprar tênis falsificado, apenas para depois vê-los baixando filmes e séries ilegalmente pela internet. A ideia não é apenas mostrar a incoerência de se cobrar bons comportamentos de outros ao mesmo tempo em que banaliza a pirataria, mas alertar para o mau exemplo dado às crianças, que podem ficar confusas quanto ao que é certo e o que é errado.

“Nossa campanha traz um alerta das crianças para esta falta de integridade, entre discurso e prática de muitos adultos”, resume Oscar Simões, presidente da ABTA. Segundo ele, ainda que muitos ensinem aos próprios filhos nossos valores como sociedade, há casos em que a prática não condiz com o discurso, e as crianças percebem: “[Elas] entendem que um desenho animado, um filme ou um jogo é o resultado do trabalho de muitas pessoas e que isso precisa ser respeitado”, afirma.

A campanha busca frear o crescimento da pirataria no país, que chega a números alarmantes. Em pesquisas encomendadas pela organização, foi estimado que 33 milhões de brasileiros maiores de 16 anos consomem conteúdo pirata de TV por assinatura, e que a atividade ilegal movimenta R$ 15,5 bilhões por ano. Essa quantia corresponde a cerca de R$ 2 bilhões que deixam de ser arrecadados pelo governo com impostos e retornados à população por meio de investimentos públicos.

Confira abaixo o primeiro vídeo da campanha:

Pirataria

Gatonet é a fraude mais cometida pelos consumidores

Pesquisa revela que 23,9% das vítimas de fraude nos últimos 12 meses já cometeram ato ilícito de pirataria.

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Uma pesquisa feita pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), em parceira com o Sebrae, revelou as fraudes mais assumidas pelos consumidores com a intenção de obter vantagens financeiras. Os participantes tinham em comum o fato de terem sido vítimas de fraude nos últimos 12 meses, e foi constatado que 1 em cada 5 destes admitiu, por sua vez, ter cometido algum tipo de comportamento ilícito também.

Dentre as fraudes admitidas pelos consumidores está o “uso de ‘gato’ em serviços de TV por assinatura, banda larga, luz, telefone”, que foi cometida por 23,9% dos participantes da pesquisa. O número mostra a força da pirataria no Brasil que, além de liderar o ranking da pesquisa, tem larga vantagem sobre a segunda colocada (“Mentir que determinado produto estava anunciado por valor diferente, com o intuito de pagar mais barato”), cometida por 15% dos participantes.

A pesquisa também lista muitos outros tipos de falsificações, modificações ilícitas, furtos e enganações cometidos pelos consumidores que sofreram de fraude. Apesar da grande variedade de comportamentos ilegais e das significantes porcentagens correspondentes aos seus praticantes, o levantamento descobriu que apenas uma minoria de 34% dos participantes conseguiu obter sucesso com a fraude tentada.

José César da Costa é presidente da CNDL e acredita que o problema é a falta de consciência do quanto atitudes de fraude como essas no final acabam impactando negativamente a própria sociedade e os indivíduos que a compõem. “Ao cometer um ato ilícito, o consumidor não prejudica somente aquela empresa, mas toda a população que em algum momento será onerada com taxas e serviços mais caros”, explica Costa.

Para ler a notícia original, acesse o site do G1.

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Pirataria

Organização alerta para perigos da “pirataria como serviço”

Relatório da MPA propõe a conscientização do problema da pirataria por meio da exposição de sites e serviços ilegais.

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A MPA (Motion Picture Association), organização norteamericana que representa estúdios de Hollywood e a Netflix, divulgou recentemente seu relatório anual em que analisa a situação da pirataria audiovisual e denuncia os principais canais estrangeiros participantes desta prática. Muitos sites e serviços que já apareceram em edições passadas permaneceram na lista da MPA, como sites de streaming e de torrents, aplicativos pirata e serviços de IPTV.

Neste ano, a associação inovou com o conceito que chamou, em inglês, de Piracy-as-a-Service – algo como “pirataria como serviço”, em português – , o qual considera uma nova ameaça criminosa que não deve ser minimizada. Este termo já é usado para softwares (Software-as-a-Service) e, no caso da pirataria, faz referência a serviços e ferramentas que possibilitam ou facilitam que novos criminosos possam estabelecer uma operação pirata.

De acordo com a MPA, serviços que podem facilitar a pirataria são, dentre outros, os templates para sites de streaming, sistemas de gerenciamento de conteúdo que dão acesso a conteúdo pirata, dashboards para IPTV e hospedagens de vídeo que escondem links ilegais. O relatório indica uma série de ferramentas e sites que oferecem serviços deste tipo.

Outro ponto que chama atenção no relatório da MPA é o alerta que a organização faz para serviços de renome como o Baidu – site usado pela maioria dos chineses como substituto ao Google – e o Telegram. Segundo a Motion Picture Association, estas companhias não fazem tudo o que poderiam fazer para coibir a pirataria em seus canais, e deveriam se atentar mais ao problema.

Para ler a notícia original, acesse o site TorrentFreak.

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