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Pirataria

UFC: Dana White mira streamings piratas

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Em resposta a um fã dizendo que mal podia esperar para piratear a próxima revanche entre Conor McGregor e Dustin Poirier, o presidente do UFC, Dana White, alertou que sua empresa teria uma “surpresa” esperando por piratas em 2021. A história é contada no site TorrentFreak.

Como a maioria das organizações esportivas televisionadas do mundo, o UFC tem problemas com a pirataria de seus eventos. Mas quais são as opções do UFC e de Dana White para combater esse problema?

Nos EUA e na Europa – legislação

Nos EUA, o caminho mais óbvio de fazer a tal surpresa aos piratas é via a recém-aprovada Lei de Proteção à Transmissão Legal, que transforma a transmissão ilegal em crime, eliminando a chamada “brecha de streaming” e permitindo que operadores de sites de streaming e provedores de IPTV sejam criminalizados.

Essa legislação, no entanto, permite apenas que a aplicação da lei vise aos operadores de tais serviços e não inclui uma disposição que atinja os consumidores de fluxos ilícitos.

Se fosse na Europa, a situação seria diferente. Não é apenas a operação de plataformas de distribuição ilegal que pode ser criminalizada ao abrigo do direito civil e penal existentes na União Europeia. Também o consumo intencional de conteúdo pirata – transmitido por streaming ou outro – é considerado crime.

Ter como alvo os usuários finais tem seus desafios, mas, como mostram as ações realizadas no Reino Unido, é tecnicamente possível identificar piratas de streaming e denunciá-los por crimes sob a Lei de Fraude. Ninguém ainda foi processado por simplesmente assistir a conteúdo pirata, mas a possibilidade permanece.

A criatividade Russa

Existem muitas opções se o UFC quiser processar um site ou plataforma nos Estados Unidos ou na Europa, mas a ação ocorrida na Rússia durante 2019 mostra que é possível ser criativo.

Após uma reunião entre o ministro de telecomunicações local e o vice-presidente do UFC Russo, Andrei Gromkovsky, o UFC obteve uma liminar que obrigou os ISPs locais a bloquear um site pirata. Até onde se sabe, nenhuma outra plataforma foi direcionada para transmissões ilegais desde então.

O blog “Sou Legal” foi criado para informar e discutir os riscos e impactos do acesso ilegal aos canais de TV por assinatura.

Pirataria

Gatonet é a fraude mais cometida pelos consumidores

Pesquisa revela que 23,9% das vítimas de fraude nos últimos 12 meses já cometeram ato ilícito de pirataria.

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Uma pesquisa feita pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), em parceira com o Sebrae, revelou as fraudes mais assumidas pelos consumidores com a intenção de obter vantagens financeiras. Os participantes tinham em comum o fato de terem sido vítimas de fraude nos últimos 12 meses, e foi constatado que 1 em cada 5 destes admitiu, por sua vez, ter cometido algum tipo de comportamento ilícito também.

Dentre as fraudes admitidas pelos consumidores está o “uso de ‘gato’ em serviços de TV por assinatura, banda larga, luz, telefone”, que foi cometida por 23,9% dos participantes da pesquisa. O número mostra a força da pirataria no Brasil que, além de liderar o ranking da pesquisa, tem larga vantagem sobre a segunda colocada (“Mentir que determinado produto estava anunciado por valor diferente, com o intuito de pagar mais barato”), cometida por 15% dos participantes.

A pesquisa também lista muitos outros tipos de falsificações, modificações ilícitas, furtos e enganações cometidos pelos consumidores que sofreram de fraude. Apesar da grande variedade de comportamentos ilegais e das significantes porcentagens correspondentes aos seus praticantes, o levantamento descobriu que apenas uma minoria de 34% dos participantes conseguiu obter sucesso com a fraude tentada.

José César da Costa é presidente da CNDL e acredita que o problema é a falta de consciência do quanto atitudes de fraude como essas no final acabam impactando negativamente a própria sociedade e os indivíduos que a compõem. “Ao cometer um ato ilícito, o consumidor não prejudica somente aquela empresa, mas toda a população que em algum momento será onerada com taxas e serviços mais caros”, explica Costa.

Para ler a notícia original, acesse o site do G1.

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Pirataria

Organização alerta para perigos da “pirataria como serviço”

Relatório da MPA propõe a conscientização do problema da pirataria por meio da exposição de sites e serviços ilegais.

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A MPA (Motion Picture Association), organização norteamericana que representa estúdios de Hollywood e a Netflix, divulgou recentemente seu relatório anual em que analisa a situação da pirataria audiovisual e denuncia os principais canais estrangeiros participantes desta prática. Muitos sites e serviços que já apareceram em edições passadas permaneceram na lista da MPA, como sites de streaming e de torrents, aplicativos pirata e serviços de IPTV.

Neste ano, a associação inovou com o conceito que chamou, em inglês, de Piracy-as-a-Service – algo como “pirataria como serviço”, em português – , o qual considera uma nova ameaça criminosa que não deve ser minimizada. Este termo já é usado para softwares (Software-as-a-Service) e, no caso da pirataria, faz referência a serviços e ferramentas que possibilitam ou facilitam que novos criminosos possam estabelecer uma operação pirata.

De acordo com a MPA, serviços que podem facilitar a pirataria são, dentre outros, os templates para sites de streaming, sistemas de gerenciamento de conteúdo que dão acesso a conteúdo pirata, dashboards para IPTV e hospedagens de vídeo que escondem links ilegais. O relatório indica uma série de ferramentas e sites que oferecem serviços deste tipo.

Outro ponto que chama atenção no relatório da MPA é o alerta que a organização faz para serviços de renome como o Baidu – site usado pela maioria dos chineses como substituto ao Google – e o Telegram. Segundo a Motion Picture Association, estas companhias não fazem tudo o que poderiam fazer para coibir a pirataria em seus canais, e deveriam se atentar mais ao problema.

Para ler a notícia original, acesse o site TorrentFreak.

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