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Pirataria

AppleTV+ também entra no combate à pirataria

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AppleTV+

A AppleTV+ acaba de entrar na guerra contra a pirataria de conteúdo pela internet ao aderir à Alliance for Creativity and Entertainment. Em junho de 2017, um grupo global de criadores de conteúdo e plataformas de distribuição anunciaram a formação de uma nova aliança para lutar colaborativamente e em escala global, contra a pirataria na internet.

Assim foi criada a Alliance for Creativity and Entertainment (ACE), que reuniu inicialmente a Amazon, os seis membros da Motion Picture Association (MPA): Disney, NBCUniversal, Netflix, Paramount, Sony Pictures e Warner Bros e mais 30 empresas da indústria de entretenimento. O objetivo era reunir recursos para combater o crescimento de serviços de streamings ilegais e outros provedores de conteúdos não licenciados.

No início deste mês, a ACE deu boas-vindas à uma das mais importantes adesões para essa parceria desde sua fundação: a AppleTV+, serviço de streaming de vídeo sob demanda da Apple, lançado em novembro de 2019, como parte de uma onda de novos provedores de streaming. A novidade foi noticiada por vários veículos de comunicação como o site TorrentFreak e a publicação especializada Variety.

O movimento representa um fortalecimento dos laços entre Apple e os grandes estúdios e aprofunda o envolvimento da empresa nos esforços da indústria para checar o fluxo de conteúdos pirateados.

A Apple fará parte do conselho administrativo do grupo, junto com Amazon, Disney, NBCUniversal, Netflix, Paramount, Sony Pictures e Warner Bros. O conselho administrativo define a estratégia e onde será gasto o orçamento.
A nova parceria traz benefícios para os dois lados. Para a Apple, a possibilidade de utilizar os recursos anti-pirataria disponíveis na ACE. Da mesma forma, ter a AppleTV+ no conselho, e sua contribuição financeira, certamente fortalecerá a atuação da Aliança.

Combate à pirataria

ACE vem investigando serviços piratas e vendedores de hardware que possibilitam a pirataria. Tais serviços ilegais frequentemente oferecem uma quantidade ilimitada de filmes e TV ao vivo por um preço mensal abaixo da média de mercado.

A Aliança abre processos e tem obtido resultados substanciais nas ações contra esses operadores, forçando-os a sair do mercado. No entanto, novos piratas aparecem para substituí-los. É nesse contexto que a AppleTV+ inicia a sua participação na ACE.

Pirataria

Brasil é o terceiro maior consumidor de pirataria audiovisual

Segundo a coordenação de combate à pirataria da Ancine, Brasil só consome menos conteúdo audiovisual ilegal que EUA e Rússia.

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O tamanho do mercado nacional e as facilidades proporcionadas pela tecnologia digital fazem com que o Brasil seja hoje um dos maiores consumidores de conteúdo audiovisual ilegal no mundo. Eduardo Carneiro, coordenador de combate à pirataria da Agência Nacional do Cinema (Ancine) afirma que os brasileiros só perdem para os americanos e os russos no consumo de pirataria deste tipo.

Os cálculos mais recentes da Agência indicam que o engajamento em atividades piratas pela população brasileira acarreta em um prejuízo anual de quase R$ 14 bilhões quando se considera os mercados de TV paga, filmes e séries. Isso corresponde a cerca de R$ 2 bilhões que deixam de ser arrecadados pelo governo através de impostos e que poderiam ser investidos na melhoria de serviços públicos.

Para Marcelo Bechara, diretor de relações institucionais e regulação de mídia do Grupo Globo, o desenvolvimento da tecnologia propiciou um avanço da atividade pirata, que conseguiu se tornar mais sofisticada e invisível por causa da internet. “Não existe mais o limite da mídia física. Agora, isso depende da capacidade de armazenamento [na nuvem computacional], o que dá uma sensação de infinitude”, comenta.

Os piratas acompanham as tendências tecnológicas e de hábitos de consumo da população para oferecer um serviço ilegal mais atrativo, mas não têm real interesse nas necessidades de seus consumidores. Já é sabido, por exemplo, que quem utiliza serviços piratas pode ficar a mercê destes criminosos, correndo riscos reais de ter os dados pessoais roubados ou ver o próprio computador ficar sob o controle de pessoas mal-intencionadas.

Além disso, a distribuição e consumo ilegal de conteúdos audiovisuais ainda são vistos como um crime de pouca relevância, o que também contribui com os números alarmantes produzidos pelo Brasil atualmente no que se refere ao assunto. Para combater a pirataria e diminuir estes prejuízos, empresas, associações, agências reguladoras e órgãos do governo têm se ajudado com informações e medidas concretas. A Operação 404, coordenada pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, por exemplo, é considerada a maior operação antipirataria já feita na América Latina, e já foi responsável pelo bloqueio de centenas de sites e aplicativos irregulares.

Para ler a matéria original completa, acesse o site do Valor.

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Pirataria

Campanha mostra incoerência nas atitudes de piratas

Vídeo anti-pirataria mostra questionamentos de crianças que não entendem adultos que ensinam o correto mas consomem conteúdo ilegal.

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A Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) iniciou no começo da semana uma campanha anti-pirataria em formato de vídeo para conscientizar a população sobre a imoralidade desta prática ilegal. A iniciativa foi idealizada pela Globo e a intenção é que outros sete vídeos de 30 segundos cada sejam divulgados e exibidos em intervalos da programação de canais abertos e fechados durante os próximos meses.

A primeira produção mostra crianças questionando como aprendem dos adultos desde cedo que não se deve jogar lixo no chão ou comprar tênis falsificado, apenas para depois vê-los baixando filmes e séries ilegalmente pela internet. A ideia não é apenas mostrar a incoerência de se cobrar bons comportamentos de outros ao mesmo tempo em que banaliza a pirataria, mas alertar para o mau exemplo dado às crianças, que podem ficar confusas quanto ao que é certo e o que é errado.

“Nossa campanha traz um alerta das crianças para esta falta de integridade, entre discurso e prática de muitos adultos”, resume Oscar Simões, presidente da ABTA. Segundo ele, ainda que muitos ensinem aos próprios filhos nossos valores como sociedade, há casos em que a prática não condiz com o discurso, e as crianças percebem: “[Elas] entendem que um desenho animado, um filme ou um jogo é o resultado do trabalho de muitas pessoas e que isso precisa ser respeitado”, afirma.

A campanha busca frear o crescimento da pirataria no país, que chega a números alarmantes. Em pesquisas encomendadas pela organização, foi estimado que 33 milhões de brasileiros maiores de 16 anos consomem conteúdo pirata de TV por assinatura, e que a atividade ilegal movimenta R$ 15,5 bilhões por ano. Essa quantia corresponde a cerca de R$ 2 bilhões que deixam de ser arrecadados pelo governo com impostos e retornados à população por meio de investimentos públicos.

Confira abaixo o primeiro vídeo da campanha:

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