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Operação 404 combate crimes contra a propriedade intelectual

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A imprensa repercutiu nesta manhã, sexta-feira (1), a Operação 404 realizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A ação visa combater crimes praticados contra a propriedade intelectual. O nome faz referência ao número do protocolo HTTP — que indica que uma página virtual não foi encontrada ou conectada com um servidor. Veja o vídeo do MJSP.

De acordo com o site UOL, a operação cumpre 30 mandados de busca e apreensão em 12 estados brasileiros e tem o objetivo de bloquear ou suspender 210 sites e outros 100 aplicativos de streaming ilegal de conteúdo.
Além disto, as autoridades pretendem fazer a “desindexação de conteúdo em mecanismos de busca e remoção de perfis e páginas em redes sociais”.

A operação é integrada com as polícias de 12 estados do país: Amazonas, Bahia, Espirito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Paraíba, Pernambuco, Santa Catarina e São Paulo.

De acordo com o site G1, os dez websites piratas com o maior volume de tráfego no Brasil receberam, no ano de 2018, 1,3 bilhão de visitas. Esses websites piratas receberam R$ 17 milhões em receitas publicitárias entre agosto de 2015 e agosto de 2016. A estimativa é que existam cerca de 4,2 milhões de sinais piratas de TV no Brasil, e o prejuízo passa de R$ 9 bilhões ao ano.

O MJSP diz que a Operação 404 está sendo realizada com a ajuda de vários órgãos, entre eles a Ancine, o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), as associações de proteção à propriedade intelectual no Brasil, a embaixada dos EUA no Brasil e o Departamento de Justiça dos EUA.

Veja a cobertura do Bom Dia Brasil sobre o assunto.

 

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UOL: Pornhub reduz pirataria de conteúdo pornô

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O site Pornhub está ajudando sem querer a diminuir a pirataria. Matéria publicada na coluna Splash, do jornalista Ricardo Feltrin, no UOL, informa que a pirataria de conteúdo audiovisual sexual tem diminuído desde a última segunda-feira, dia 14. O fato inédito no mundo erótico, diz Feltrin, é uma decorrência da denúncia contra o Pornhub, um dos maiores sites de pornografia no mundo, que vinha disseminando conteúdo com menores de idade e de violência sexual —inclusive estupros.

O motivo da queda, segundo Clayton Nunes, CEO da Brasileirinhas —maior produtora de conteúdo adulto no país, é que os “piratas” que ora estão sendo punidos por postarem vídeos com estupros ou com menores são os mesmos que também postam conteúdo sexual “regular” pirateados.

Segundo a coluna, antes do escândalo, o Brasileirinhas pedia exclusão (por meio de notificação) de 500 vídeos diários da plataforma Pornhub. Eram vídeos da produtora pirateados e “subidos” no site de forma clandestina. Agora esse número tem sido zero. Nunes detalhou os números de vídeos de propriedade da Brasileirinhas que foram identificados em outros sites do gênero do Pornhub: XVideos – 732 vídeos/dia (em média); XHamster – 521 vídeos/dia; SpankBang – 313 vídeos/dia.

Segundo o CEO, normalmente, após uma notificação os sites tiram rapidamente os vídeos, mas como há descontrole no “upload” de conteúdo, em questão de dias (ou às vezes só de horas) o conteúdo já volta ao site.

Dessa vez, porém, não está sendo assim. No entanto, mesmo ele não tem esperança de que essa situação se mantenha. Os piratas cedo ou tarde dão um jeito de voltar ao jogo.

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Necurs: Microsoft elimina uma das maiores botnets

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necurs

Vários veículos de mídia, entre eles o Olhar Digital, divulgaram nesta terça-feira (10) o sucesso da operação coordenada pela Microsoft que desmantelou uma das maiores botnets da história, a Necurs, que controlava mais de 9 milhões de computadores infectados em todo o mundo.

A Necurs era uma das maiores redes de distribuição de spam do planeta. Um único computador da rede disparou nada menos do que 3,8 milhões de e-mails para 40,6 milhões de vítimas.

Para desmantelar a rede, a Microsoft e os seus 35 parceiros ao redor do mundo utilizaram um algoritmo capaz de analisar a técnica de criação de domínios da botnet e prever ações com antecedência. Graças a isso, foi possível descobrir de forma antecipada 6 milhões de domínios que seriam criados pelos próximos 25 meses. Essas informações foram reportadas, impedindo o registro dos endereços e evitando ataques futuros.

Os autores da Necurs registravam os domínios com antecedência e os utilizavam para hospedar os servidores de comando e controle da botnet. Era a esse endereço que os computadores infectados se conectavam para receber seus comandos. Ao tomar controle dos domínios, foi possível impedir que as máquinas impactadas obtivessem novas instruções, efetivamente desmantelando a rede.

A operação foi resultado de um planejamento que durou 8 anos. Acredita-se que a rede fosse operada por cibercriminosos na Rússia.

https://olhardigital.com.br/fique_seguro/noticia/microsoft-e-parceiros-desmantelam-rede-com-9-milhoes-de-pcs-zumbis/97877

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