Siga-nos nas Redes Sociais

Segurança

Marca d’água no combate à pirataria

Avatar photo

Publicado

em

A NAGRA, empresa do Kudelski Group, fornecedora independente e líder mundial em proteção de conteúdo e soluções de televisão, anunciou que o United Cloud, centro de inovação do United Group – principal provedor de mídia e telecomunicações multiplay do sudeste da Europa – utilizará a marca d’água forense NexGuard (NAGRA) em sua expansão de segurança, garantindo proteção de conteúdo OTT para todos os ativos do grupo.

A NAGRA vai incorporar a marca d’água na cadeia de distribuição OTT do United Group, implantada em sua nuvem privada e, como resultado, o grupo pode acabar com a pirataria na fonte e em tempo real.

Para Sergej Berišaj, CTO da United Cloud, após uma série de testes onde verificaram a imperceptibilidade das marcas d’água, a velocidade de detecção de vazamentos e a facilidade de integração do cliente em seu dispositivo e também do NexGuard com sua plataforma interna antipirataria, o NAGRA foi a escolha óbvia. “Vai preencher nossas necessidades de segurança OTT agora e no futuro”, disse.

Soluções de marca d’água

As soluções de marca d’água forense NexGuard são usadas pelas principais operadoras de TV pagas e serviços de DTC na detenção e combate à pirataria, principalmente para VOD premium e transmissão de esportes ao vivo. NAGRA ajuda a identificar a origem de um vazamento de conteúdo, incluindo aqueles usados para alimentar servidores de streaming ilícito, de forma rápida o que permite uma ação antipirataria eficaz.

“OTT é o futuro, e a NAGRA está desempenhando um papel fundamental na indústria para protegê-lo”, disse Olivier Mett, vice-presidente sênior da região EMEA da NAGRA. “Com a marca d’água forense, oferecemos uma combinação única de estabilidade, desempenho e facilidade de integração, que comprovadamente protege os modelos de negócios de nossos clientes, identificando fontes de pirataria e desligando-as rapidamente.”

O blog “Sou Legal” foi criado para informar e discutir os riscos e impactos do acesso ilegal aos canais de TV por assinatura.

Antipirataria

Ransomware: ameaça a grandes organizações

Avatar photo

Publicado

em

Por

Segundo o estudo Análise do Ecossistema de Ransomware, encomendado pela Tenable, o cibercrime tornou-se um modelo de negócio similar a uma grande empresa e hoje é considerado uma das maiores ameaças às grandes organizações em todo o mundo.

O ransomware é um tipo de malware que sequestra o computador de uma vítima, codificando os dados do sistema operacional de modo que ela perca o acesso aos dados e tenha que pagar um resgate por eles.

De acordo com artigo produzido para o site Canaltech, os grupos criminosos se comparam a empresas pois contam com várias pessoas, divididas em áreas e cargos, responsáveis por desenvolver ransomwares próprios, criar e hospedar sites de vazamento na dark web, gerenciar a negociação com as vítimas, fazer trabalho administrativo e até recrutar pessoas.

Esses grupos de ransomware aliciam afiliados para encontrarem as vítimas e fazerem os ataques e, como “parceiros” dos grandes grupos, ganham a maior parte do valor do resgate – entre 70% e 80% do valor total.

Grandes ataques

Em 2021 o FBI informou rastrear mais de 100 grupos ativos como REvil, DarkSide e BlackMatter, que ficaram conhecidos após ataques à cadeia de suprimentos contra provedores de serviços gerenciados (MSPs) e alvos de alto valor em infraestrutura crítica e processamento de alimentos.

Ainda, de acordo com o mesmo informe, o ransomware tem prosperado muito pela tática conhecida como extorsão dupla, em que roubam dados confidenciais e ameaçam as vítimas com a publicação em sites de vazamento de dados pessoais, enquanto as informações são criptografadas e a pessoa/organização não acessa suas próprias informações.

O ransomware, e como se defender de seus ataques, é assunto de suma importância em empresas no Brasil, uma vez que é a causa de um dos ciberataques de maior impacto nos negócios nacionais. Segundo dados do estudo realizado pela Forrester Consulting, 51% das organizações brasileiras já sofreram ataques de ransomware.

Ransomware em TVs Box

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) já encontrou este tipo de malware em TV box HTV – o modelo de equipamento pirata mais vendido no Brasil. Os engenheiros e técnicos da Anatel descobriram que manipuladores remotos do equipamento podem invadir o wi-fi, o roteador e ter acesso a todos os dispositivos usados na residência onde ele foi instalado. Isso significa que quem instalou o “malware” no aparelho pode ter acesso a registros financeiros, senhas bancárias e outros dados pessoais.

Continuar Lendo

Segurança

Anatel alerta que TV Box pode roubar dados

Investigação realizada pela Anatel em conjunto com a ABTA identificou programas maliciosos na TV Box mais popular do Brasil

Avatar photo

Publicado

em

Por

tv box

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), por meio de seu Grupo de Trabalho TV Box, identificou ontem (21) , com a ajuda da ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura) e da Ancine (Agência Nacional do Cinema) a presença de malwares em um modelo vendido no Brasil. O HTV, aparelho mencionado, foi considerado pela agência como o mais vendido da categoria devido ao número de apreensões que sofre.

As investigações realizadas por meio de engenharia reversa constataram que a TV Box em questão busca se conectar, assim que ligada pela primeira vez, a um servidor desconhecido, e vai recebendo updates para encontrar novas portas sempre que necessário. Dessa maneira, os aparelhos são capazes tanto de obter ilegalmente os canais de TV prometidos como de capturar e enviar dados do usuário para aqueles servidores.

A agência também descobriu que, com a capacidade de processamento das TV Box, estes equipamentos podem realizar ataques coordenados de negação de serviço na internet – os chamados DDos. A situação é grave devido ao número elevado de TV Box circulando no país, que constituiriam uma grande rede capaz de realizar ataques poderosos deste tipo e causar danos até a serviços públicos.

No meio do ano, a Anatel levantou a suspeita de que as TV Box também poderiam estar sendo usadas pelos piratas para minerar criptomoedas sem o consentimento do usuário, uma vez que seu poder de processamento é muitas vezes maior do que o necessário. A agência ainda não realizou investigações para confirmar a hipótese pois seu foco no momento é a cibersegurança, mas ainda a considera possível.

Para saber mais, veja as repercussões de Jornal Nacional, Folha de S. Paulo, CNN Brasil e Olhar Digital sobre o caso.

Continuar Lendo

Trending