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Antipirataria

Amazon: 5,7 mil produtos sem homologação apreendidos

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Em três dias de fiscalização, realizada pela Anatel nos armazéns e centros de distribuição do site de vendas e marketplace Amazon – nas cidades de Betim (MG) e Cajamar (SP) – foram apreendidos 5,7 mil produtos para telecomunicações não homologados.

Os agentes fiscalizaram 67 mil equipamentos e entre os apreendidos estavam carregadores de celulares, baterias portáteis e fones de ouvido sem fio, com estimativa de valor comercial de R$ 500 mil.

Operação de fiscalização na Amazon

Esta é a segunda grande ação de fiscalização realizada presencialmente pela Anatel em um centro de distribuição varejista online. Estiveram no local 16 fiscais da Agência, que contaram com apoio da Divisão de Repreensão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal do Brasil em São Paulo (Direp) e o suporte da Procuradoria Federal Especializada junto à Anatel (PFE-Anatel).

A fiscalização à Amazon é parte do Plano de Ação de Combate à Pirataria (PACP) da Anatel que, desde 2018, trabalha em conjunto com outros órgãos e já apreendeu aproximadamente 4,6 milhões de produtos irregulares, com valor total estimado em 500 milhões de reais.

Produtos homologados

A homologação é um registro emitido pela Anatel para equipamentos de radiofrequência e outros relacionados, que garante ao consumidor que o produto esteja de acordo com às normas de qualidade e segurança do País.

De acordo com a Anatel, um produto não homologado não oferece garantia de assistência técnica em caso de defeito nem de segurança ao consumidor, entre outras.

Anúncio de produtos irregulares em sites de vendas

A Anatel tem trabalhado constantemente junto aos marketplaces visando bloquear a publicação de anúncios de produtos irregulares. De acordo com matéria publicada no site Teletime a Amazon não se opôs a fiscalização e propiciou a devida identificação e verificação dos produtos comercializados pelos seus diversos vendedores.

Para as autoridades, é de suma importância que as plataformas de marketplace não sejam condescendentes com os crimes que terceiros cometem ao se utilizarem delas para venda de produtos piratas. Isso auxilia no esforço e pressão para melhoria das políticas de combate a venda de produtos ilícitos.

O blog “Sou Legal” foi criado para informar e discutir os riscos e impactos do acesso ilegal aos canais de TV por assinatura.

Antipirataria

Ransomware: ameaça a grandes organizações

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Segundo o estudo Análise do Ecossistema de Ransomware, encomendado pela Tenable, o cibercrime tornou-se um modelo de negócio similar a uma grande empresa e hoje é considerado uma das maiores ameaças às grandes organizações em todo o mundo.

O ransomware é um tipo de malware que sequestra o computador de uma vítima, codificando os dados do sistema operacional de modo que ela perca o acesso aos dados e tenha que pagar um resgate por eles.

De acordo com artigo produzido para o site Canaltech, os grupos criminosos se comparam a empresas pois contam com várias pessoas, divididas em áreas e cargos, responsáveis por desenvolver ransomwares próprios, criar e hospedar sites de vazamento na dark web, gerenciar a negociação com as vítimas, fazer trabalho administrativo e até recrutar pessoas.

Esses grupos de ransomware aliciam afiliados para encontrarem as vítimas e fazerem os ataques e, como “parceiros” dos grandes grupos, ganham a maior parte do valor do resgate – entre 70% e 80% do valor total.

Grandes ataques

Em 2021 o FBI informou rastrear mais de 100 grupos ativos como REvil, DarkSide e BlackMatter, que ficaram conhecidos após ataques à cadeia de suprimentos contra provedores de serviços gerenciados (MSPs) e alvos de alto valor em infraestrutura crítica e processamento de alimentos.

Ainda, de acordo com o mesmo informe, o ransomware tem prosperado muito pela tática conhecida como extorsão dupla, em que roubam dados confidenciais e ameaçam as vítimas com a publicação em sites de vazamento de dados pessoais, enquanto as informações são criptografadas e a pessoa/organização não acessa suas próprias informações.

O ransomware, e como se defender de seus ataques, é assunto de suma importância em empresas no Brasil, uma vez que é a causa de um dos ciberataques de maior impacto nos negócios nacionais. Segundo dados do estudo realizado pela Forrester Consulting, 51% das organizações brasileiras já sofreram ataques de ransomware.

Ransomware em TVs Box

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) já encontrou este tipo de malware em TV box HTV – o modelo de equipamento pirata mais vendido no Brasil. Os engenheiros e técnicos da Anatel descobriram que manipuladores remotos do equipamento podem invadir o wi-fi, o roteador e ter acesso a todos os dispositivos usados na residência onde ele foi instalado. Isso significa que quem instalou o “malware” no aparelho pode ter acesso a registros financeiros, senhas bancárias e outros dados pessoais.

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Antipirataria

ABTA: combate à pirataria repercute no exterior

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Presidente da ABTA, Oscar Simões em entrevista para o site Leaders League

As ações de combate à pirataria no Brasil, com grandes operações de sucesso, têm sido repercutidas internacionalmente. O site Leaders League publicou entrevista com o presidente executivo da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), Oscar Simões, que respondeu sobre o combate e os desafios em relação aos avanços tecnológicos da pirataria e a sua prática ilegal.

Simões contou sobre a ação realizada em conjunto às polícias de vários Estados do Brasil e que a ABTA, para apoiar essa força-tarefa antipirataria, conta com quatro pilares: medidas técnicas, institucionais, judiciais e de comunicação, que tem dado resultados significativos.

Além disso, o presidente mostrou a importância das campanhas publicitárias que visam conscientizar a população sobre o tema, realizadas pela entidade em canais de TV aberta e paga, falou sobre os principais obstáculos no combate à pirataria no Brasil e deu um panorama do futuro da ABTA.

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