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Segurança

Saiba o que são as TV Boxes e seus perigos

Matéria publicada no site Canaltech, assinada por Bruno Bertonzin, traz importantes informações sobre as TV Boxes e os problemas que acarretam quando são ilegais.

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As TV Boxes são pequenos aparelhos em formato de caixa que têm como objetivo transformar uma TV normal em uma TV smart por meio do uso de serviços de IPTV. Normalmente, as TV Boxes possuem internamente um sistema operacional inteligente, o que permite o download de aplicativos de streaming, por exemplo.

O maior problema relacionado às TV Boxes acontece quando estes equipamentos chegam ao mercado nacional sem passarem – ou sendo reprovados – pelo processo de licenciamento da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), pois é ele quem garante que o funcionamento dos aparelhos é legítimo e inofensivo aos consumidores. 

As TV Boxes ilegais, como não passaram pela vistoria da Anatel, podem ser usadas como um sistema de coleta de dados pessoais de seus usuários por criminosos que normalmente os vendem ou os usam com más intenções. Além disso, como muitas também prometem entregar serviços de TV paga gratuitamente, seu uso contribui com o crime de pirataria audiovisual, que causa um grande desequilíbrio financeiro no país.

Mesmo os equipamentos legais e licenciados pela agência também não estão inteiramente livres de riscos, e devem ser usados com cautela. Isso porque ainda é possível que o usuário utilize estes aparelhos licenciados para o download de aplicativos piratas, o que volta a ser um crime e um risco à sua segurança assim como no caso das TV Boxes ilegais.

Para ler a notícia original, acesse o site do Canaltech.

O blog “Sou Legal” foi criado para informar e discutir os riscos e impactos do acesso ilegal aos canais de TV por assinatura.

Segurança

Marca d’água no combate à pirataria

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A NAGRA, empresa do Kudelski Group, fornecedora independente e líder mundial em proteção de conteúdo e soluções de televisão, anunciou que o United Cloud, centro de inovação do United Group – principal provedor de mídia e telecomunicações multiplay do sudeste da Europa – utilizará a marca d’água forense NexGuard (NAGRA) em sua expansão de segurança, garantindo proteção de conteúdo OTT para todos os ativos do grupo.

A NAGRA vai incorporar a marca d’água na cadeia de distribuição OTT do United Group, implantada em sua nuvem privada e, como resultado, o grupo pode acabar com a pirataria na fonte e em tempo real.

Para Sergej Berišaj, CTO da United Cloud, após uma série de testes onde verificaram a imperceptibilidade das marcas d’água, a velocidade de detecção de vazamentos e a facilidade de integração do cliente em seu dispositivo e também do NexGuard com sua plataforma interna antipirataria, o NAGRA foi a escolha óbvia. “Vai preencher nossas necessidades de segurança OTT agora e no futuro”, disse.

Soluções de marca d’água

As soluções de marca d’água forense NexGuard são usadas pelas principais operadoras de TV pagas e serviços de DTC na detenção e combate à pirataria, principalmente para VOD premium e transmissão de esportes ao vivo. NAGRA ajuda a identificar a origem de um vazamento de conteúdo, incluindo aqueles usados para alimentar servidores de streaming ilícito, de forma rápida o que permite uma ação antipirataria eficaz.

“OTT é o futuro, e a NAGRA está desempenhando um papel fundamental na indústria para protegê-lo”, disse Olivier Mett, vice-presidente sênior da região EMEA da NAGRA. “Com a marca d’água forense, oferecemos uma combinação única de estabilidade, desempenho e facilidade de integração, que comprovadamente protege os modelos de negócios de nossos clientes, identificando fontes de pirataria e desligando-as rapidamente.”

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Antipirataria

Ransomware: ameaça a grandes organizações

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Segundo o estudo Análise do Ecossistema de Ransomware, encomendado pela Tenable, o cibercrime tornou-se um modelo de negócio similar a uma grande empresa e hoje é considerado uma das maiores ameaças às grandes organizações em todo o mundo.

O ransomware é um tipo de malware que sequestra o computador de uma vítima, codificando os dados do sistema operacional de modo que ela perca o acesso aos dados e tenha que pagar um resgate por eles.

De acordo com artigo produzido para o site Canaltech, os grupos criminosos se comparam a empresas pois contam com várias pessoas, divididas em áreas e cargos, responsáveis por desenvolver ransomwares próprios, criar e hospedar sites de vazamento na dark web, gerenciar a negociação com as vítimas, fazer trabalho administrativo e até recrutar pessoas.

Esses grupos de ransomware aliciam afiliados para encontrarem as vítimas e fazerem os ataques e, como “parceiros” dos grandes grupos, ganham a maior parte do valor do resgate – entre 70% e 80% do valor total.

Grandes ataques

Em 2021 o FBI informou rastrear mais de 100 grupos ativos como REvil, DarkSide e BlackMatter, que ficaram conhecidos após ataques à cadeia de suprimentos contra provedores de serviços gerenciados (MSPs) e alvos de alto valor em infraestrutura crítica e processamento de alimentos.

Ainda, de acordo com o mesmo informe, o ransomware tem prosperado muito pela tática conhecida como extorsão dupla, em que roubam dados confidenciais e ameaçam as vítimas com a publicação em sites de vazamento de dados pessoais, enquanto as informações são criptografadas e a pessoa/organização não acessa suas próprias informações.

O ransomware, e como se defender de seus ataques, é assunto de suma importância em empresas no Brasil, uma vez que é a causa de um dos ciberataques de maior impacto nos negócios nacionais. Segundo dados do estudo realizado pela Forrester Consulting, 51% das organizações brasileiras já sofreram ataques de ransomware.

Ransomware em TVs Box

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) já encontrou este tipo de malware em TV box HTV – o modelo de equipamento pirata mais vendido no Brasil. Os engenheiros e técnicos da Anatel descobriram que manipuladores remotos do equipamento podem invadir o wi-fi, o roteador e ter acesso a todos os dispositivos usados na residência onde ele foi instalado. Isso significa que quem instalou o “malware” no aparelho pode ter acesso a registros financeiros, senhas bancárias e outros dados pessoais.

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