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Segurança

Site pirata pode ser isca para roubo de dados, alerta polícia britânica

Site utilizado por estudantes universitários no Reino Unido promete divulgar trabalhos científicos gratuitamente, mas polícia alerta para riscos à segurança dos usuários.

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Um site baseado na Rússia tem chamado bastante atenção de estudantes britânicos a partir da divulgação ilegal de milhares de trabalhos científicos de forma gratuita. A popularidade do serviço chegou a tais proporções que a polícia local resolveu fazer um apelo para que os usuários deixem de utilizar o site em meio a riscos sérios à própria segurança, além de questões relacionadas à propriedade intelectual.

O principal temor da polícia britânica é de que o site faça mau uso das informações pessoais que coleta de cada usuário que se registra para ter acesso aos trabalhos científicos divulgados. A organização também acredita que o site possa fazer ataques diretos aos computadores e redes conectados a ele, de modo que não só os estudantes mas toda a Universidade venha a sofrer no caso de acesso feito a partir da internet providenciada pela instituição aos alunos. A recomendação é de que o site seja bloqueado em casos como estes.

O roubo de propriedade intelectual também é um problema que preocupa a polícia britânica. Além dos prejuízos financeiros para aqueles que detêm os direitos sobre os trabalhos científicos, a Unidade de Crimes Contra a Propriedade Intelectual da polícia cidade de Londres reitera como a própria obtenção destes trabalhos pelo site é feita de modo ilegal, com ataques hacker, por exemplo.

Para saber mais, leia a matéria original da BBC.

Segurança

Marca d’água no combate à pirataria

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A NAGRA, empresa do Kudelski Group, fornecedora independente e líder mundial em proteção de conteúdo e soluções de televisão, anunciou que o United Cloud, centro de inovação do United Group – principal provedor de mídia e telecomunicações multiplay do sudeste da Europa – utilizará a marca d’água forense NexGuard (NAGRA) em sua expansão de segurança, garantindo proteção de conteúdo OTT para todos os ativos do grupo.

A NAGRA vai incorporar a marca d’água na cadeia de distribuição OTT do United Group, implantada em sua nuvem privada e, como resultado, o grupo pode acabar com a pirataria na fonte e em tempo real.

Para Sergej Berišaj, CTO da United Cloud, após uma série de testes onde verificaram a imperceptibilidade das marcas d’água, a velocidade de detecção de vazamentos e a facilidade de integração do cliente em seu dispositivo e também do NexGuard com sua plataforma interna antipirataria, o NAGRA foi a escolha óbvia. “Vai preencher nossas necessidades de segurança OTT agora e no futuro”, disse.

Soluções de marca d’água

As soluções de marca d’água forense NexGuard são usadas pelas principais operadoras de TV pagas e serviços de DTC na detenção e combate à pirataria, principalmente para VOD premium e transmissão de esportes ao vivo. NAGRA ajuda a identificar a origem de um vazamento de conteúdo, incluindo aqueles usados para alimentar servidores de streaming ilícito, de forma rápida o que permite uma ação antipirataria eficaz.

“OTT é o futuro, e a NAGRA está desempenhando um papel fundamental na indústria para protegê-lo”, disse Olivier Mett, vice-presidente sênior da região EMEA da NAGRA. “Com a marca d’água forense, oferecemos uma combinação única de estabilidade, desempenho e facilidade de integração, que comprovadamente protege os modelos de negócios de nossos clientes, identificando fontes de pirataria e desligando-as rapidamente.”

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Antipirataria

Ransomware: ameaça a grandes organizações

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Segundo o estudo Análise do Ecossistema de Ransomware, encomendado pela Tenable, o cibercrime tornou-se um modelo de negócio similar a uma grande empresa e hoje é considerado uma das maiores ameaças às grandes organizações em todo o mundo.

O ransomware é um tipo de malware que sequestra o computador de uma vítima, codificando os dados do sistema operacional de modo que ela perca o acesso aos dados e tenha que pagar um resgate por eles.

De acordo com artigo produzido para o site Canaltech, os grupos criminosos se comparam a empresas pois contam com várias pessoas, divididas em áreas e cargos, responsáveis por desenvolver ransomwares próprios, criar e hospedar sites de vazamento na dark web, gerenciar a negociação com as vítimas, fazer trabalho administrativo e até recrutar pessoas.

Esses grupos de ransomware aliciam afiliados para encontrarem as vítimas e fazerem os ataques e, como “parceiros” dos grandes grupos, ganham a maior parte do valor do resgate – entre 70% e 80% do valor total.

Grandes ataques

Em 2021 o FBI informou rastrear mais de 100 grupos ativos como REvil, DarkSide e BlackMatter, que ficaram conhecidos após ataques à cadeia de suprimentos contra provedores de serviços gerenciados (MSPs) e alvos de alto valor em infraestrutura crítica e processamento de alimentos.

Ainda, de acordo com o mesmo informe, o ransomware tem prosperado muito pela tática conhecida como extorsão dupla, em que roubam dados confidenciais e ameaçam as vítimas com a publicação em sites de vazamento de dados pessoais, enquanto as informações são criptografadas e a pessoa/organização não acessa suas próprias informações.

O ransomware, e como se defender de seus ataques, é assunto de suma importância em empresas no Brasil, uma vez que é a causa de um dos ciberataques de maior impacto nos negócios nacionais. Segundo dados do estudo realizado pela Forrester Consulting, 51% das organizações brasileiras já sofreram ataques de ransomware.

Ransomware em TVs Box

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) já encontrou este tipo de malware em TV box HTV – o modelo de equipamento pirata mais vendido no Brasil. Os engenheiros e técnicos da Anatel descobriram que manipuladores remotos do equipamento podem invadir o wi-fi, o roteador e ter acesso a todos os dispositivos usados na residência onde ele foi instalado. Isso significa que quem instalou o “malware” no aparelho pode ter acesso a registros financeiros, senhas bancárias e outros dados pessoais.

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