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Streaming

Netflix procura gestor antipirataria

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A Netflix está formando uma equipe interna antipirataria, com o objetivo de apoiar o negócio à medida que ele cresce, informa o site TorrentFreak. Essa é uma novidade que mostra uma mudança no posicionamento da empresa. Anos atrás, quando a Netflix começou a oferecer conteúdo de vídeo online, a empresa não considerava a pirataria um problema importante. Agora, como uma das maiores produtoras de conteúdo, esse panorama mudou drasticamente.

No anúncio publicado em seu site, a empresa explica que tem um número cada vez maior de Originais e outros títulos importantes lançados a cada mês que precisam ser protegidos contra pirataria. Segundo o texto, “a equipe de Proteção de Conteúdo, que faz parte do guarda-chuva de Políticas Públicas da Netflix, lidera esses esforços antipirataria globalmente. ”

A pessoa que assumir a função recém-criada de “Gerente de Cobertura de Títulos e Insights” terá que liderar várias iniciativas internas de proteção de conteúdo. Os candidatos devem ter profunda experiência com programas de remoção, análise de dados de pirataria e liderança de equipe. Para esta posição, a Netflix busca candidatos em Los Angeles, Amsterdã e Londres. Além das cidades mencionadas, a equipe antipirataria também atua em Cingapura.

Prioridades

O anúncio mostra um pouco das prioridades antipirataria da gigante do streaming, como por exemplo, o fato de uma das responsabilidades do gerente em potencial incluir a parceria com plataformas online como YouTube e Facebook, para garantir que o conteúdo da Netflix seja devidamente protegido.

Além disso, o gestor deve avaliar novas soluções tecnológicas para combater a pirataria online, ao mesmo tempo em que constrói relacionamentos com outros membros da MPA (Motion Picture Association), que reúnem outros detentores de direitos para coordenar esforços de fiscalização e na qual a Netflix ingressou em 2019. Assim como a Alliance For Creativity and Entertainment (ACE), da qual a Netflix é um dos membros fundadores.

A estratégia antipirataria está em grande parte focada em dados. Isso requer a análise de insights e análises de pirataria, além de oferecer suporte à coleta de dados em sites de streaming pirata, cyberlockers e outras plataformas piratas.

Além de sites e serviços piratas, a Netflix também precisará proteger seu conteúdo de vazamentos. Nos últimos meses, vários títulos importantes vazaram para o mercado, incluindo a estreia da segunda temporada de “The Witcher” e “The Power of the Dog”.

O blog “Sou Legal” foi criado para informar e discutir os riscos e impactos do acesso ilegal aos canais de TV por assinatura.

Streaming

Netflix planeja combater compartilhamento de senhas

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Netflix, a maior empresa de streaming de vídeo do mundo, alertou que planeja iniciar uma repressão global ao compartilhamento de senhas. A empresa estima que mais de 100 milhões de lares em todo o mundo estão usando contas compartilhadas da empresa, incluindo mais de 30 milhões nos EUA e Canadá.

A empresa vem convivendo com o compartilhamento de senhas porque, nas palavras do cofundador e co-CEO Reed Hastings, estava “indo bem” sem tomar nenhuma providência em relação ao problema. Esse compartilhamento até contribuiu para a construção de uma imagem positiva da empresa ao longo dos anos.

Mas os tempos mudaram. No primeiro trimestre, encerrado em 31 de março, a Netflix registrou uma perda de 200.000 assinantes pagos. Foi a primeira vez em mais de 10 anos que a empresa perdeu assinantes durante um trimestre. A projeção é que perderá mais 2 milhões de assinantes no segundo trimestre.

Em seu relatório trimestral aos acionistas, a Netflix reconheceu que permitiu propositadamente o compartilhamento generoso de senhas fora de casa porque isso ajudou a atrair os usuários para o serviço. Mas com a concorrência da Disney, Warner Bros., Discovery, Paramount Global, NBCUniversal, Apple TV+ e outros streamers, a empresa pretende que esses milhões de lares que compartilham senhas comecem a pagar.

No início deste ano, a Netflix começou a testar diferentes maneiras de restringir o compartilhamento de senhas no Chile, Costa Rica e Peru. Executivos disseram na teleconferência de resultados da empresa que ela poderia expandir o modelo estabelecido nesses países, cobrando mais de contas que compartilham senhas fora de casa.

Embora ainda não haja uma estratégia global concreta definida, a empresa sugeriu que mudanças poderão ocorrer já em 2023.

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