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Pirataria

Gatonet é a fraude mais cometida pelos consumidores

Pesquisa revela que 23,9% das vítimas de fraude nos últimos 12 meses já cometeram ato ilícito de pirataria.

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Uma pesquisa feita pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), em parceira com o Sebrae, revelou as fraudes mais assumidas pelos consumidores com a intenção de obter vantagens financeiras. Os participantes tinham em comum o fato de terem sido vítimas de fraude nos últimos 12 meses, e foi constatado que 1 em cada 5 destes admitiu, por sua vez, ter cometido algum tipo de comportamento ilícito também.

Dentre as fraudes admitidas pelos consumidores está o “uso de ‘gato’ em serviços de TV por assinatura, banda larga, luz, telefone”, que foi cometida por 23,9% dos participantes da pesquisa. O número mostra a força da pirataria no Brasil que, além de liderar o ranking da pesquisa, tem larga vantagem sobre a segunda colocada (“Mentir que determinado produto estava anunciado por valor diferente, com o intuito de pagar mais barato”), cometida por 15% dos participantes.

A pesquisa também lista muitos outros tipos de falsificações, modificações ilícitas, furtos e enganações cometidos pelos consumidores que sofreram de fraude. Apesar da grande variedade de comportamentos ilegais e das significantes porcentagens correspondentes aos seus praticantes, o levantamento descobriu que apenas uma minoria de 34% dos participantes conseguiu obter sucesso com a fraude tentada.

José César da Costa é presidente da CNDL e acredita que o problema é a falta de consciência do quanto atitudes de fraude como essas no final acabam impactando negativamente a própria sociedade e os indivíduos que a compõem. “Ao cometer um ato ilícito, o consumidor não prejudica somente aquela empresa, mas toda a população que em algum momento será onerada com taxas e serviços mais caros”, explica Costa.

Para ler a notícia original, acesse o site do G1.

O blog “Sou Legal” foi criado para informar e discutir os riscos e impactos do acesso ilegal aos canais de TV por assinatura.

Pirataria

Organização alerta para perigos da “pirataria como serviço”

Relatório da MPA propõe a conscientização do problema da pirataria por meio da exposição de sites e serviços ilegais.

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A MPA (Motion Picture Association), organização norteamericana que representa estúdios de Hollywood e a Netflix, divulgou recentemente seu relatório anual em que analisa a situação da pirataria audiovisual e denuncia os principais canais estrangeiros participantes desta prática. Muitos sites e serviços que já apareceram em edições passadas permaneceram na lista da MPA, como sites de streaming e de torrents, aplicativos pirata e serviços de IPTV.

Neste ano, a associação inovou com o conceito que chamou, em inglês, de Piracy-as-a-Service – algo como “pirataria como serviço”, em português – , o qual considera uma nova ameaça criminosa que não deve ser minimizada. Este termo já é usado para softwares (Software-as-a-Service) e, no caso da pirataria, faz referência a serviços e ferramentas que possibilitam ou facilitam que novos criminosos possam estabelecer uma operação pirata.

De acordo com a MPA, serviços que podem facilitar a pirataria são, dentre outros, os templates para sites de streaming, sistemas de gerenciamento de conteúdo que dão acesso a conteúdo pirata, dashboards para IPTV e hospedagens de vídeo que escondem links ilegais. O relatório indica uma série de ferramentas e sites que oferecem serviços deste tipo.

Outro ponto que chama atenção no relatório da MPA é o alerta que a organização faz para serviços de renome como o Baidu – site usado pela maioria dos chineses como substituto ao Google – e o Telegram. Segundo a Motion Picture Association, estas companhias não fazem tudo o que poderiam fazer para coibir a pirataria em seus canais, e deveriam se atentar mais ao problema.

Para ler a notícia original, acesse o site TorrentFreak.

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Pirataria

Globo investe no combate à pirataria

Evento reuniu especialistas que debateram os efeitos da pirataria no Brasil e os riscos para usuários.

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No dia 21 de setembro, os jornais O Globo e Valor Econômico – ambos do Grupo Globo –, organizaram o evento online “A Pirataria no Brasil”, com três painéis divididos ao longo do dia. O Webinar teve o objetivo de discutir o problema da pirataria no país, que mesmo tendo sido combatida intensamente nos últimos anos, ainda causa grande prejuízo aos brasileiros.

O primeiro painel focou nos aspectos jurídicos relacionados à pirataria e teve como tema central a questão da melhora na legislação brasileira para enfrentar o problema. O segundo abrigou o debate sobre o impacto econômico da situação e como as falsificações acarretam perdas financeiras para o país. O último painel recebeu convidados que discutiram sobre o questão ética da pirataria, tanto para a sociedade no geral quanto para o consumidor.

Marcelo Bechara, diretor de relações institucionais e regulação do Grupo Globo, participou do segundo painel, alertando que a pirataria audiovisual encontrou um ambiente propício na internet para se difundir intensamente. Segundo ele, 27,4% dos acessos à TV paga atualmente são feitos por meios ilegais, o que colocaria a pirataria como a maior TV a cabo do país, caso fosse uma operadora, e já acarretou um prejuízo de R$ 16 bilhões em 2019.

Muitos destes acessos se tornam possíveis pelo uso de TV Boxes, aparelhos que vêm crescendo em popularidade mas que, de acordo com Bechara, podem ser usados como terminais zumbis por terceiros para armazenamento de pornografia infantil e mineração de criptomoedas. Apesar disso, o diretor do Grupo Globo mostra otimismo com iniciativas de bloqueio de sinais ilegais que vêm dado certo em outros países do mundo.

O terceiro painel teve a presença de Ygor Valerio, sócio do CQS/FV Advogados, que explicou como a pirataria se insere nos tempos atuais e de pandemia no mundo. Segundo ele, ainda que um aumento na demanda e na disponibilidade de conteúdo ilegal tenham feito a pirataria crescer, temos cada vez mais pessoas preocupadas com o desrespeito à propriedade intelectual – uma consequência ao fenômeno das fake news. Dessa maneira, Valerio acredita que estejamos rumando na direção de uma internet orientada por uma regulação mais inteligente.

Para saber mais sobre o evento, leia as notícias originais nos sites do Valor e O Globo.

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