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Pirataria

2020 registra aumento na pirataria de filmes do Oscar em comparação com 2019

Menos de 10 dias depois de estrear nos cinemas, o épico “1917” já pode ser encontrado nos sites de pirataria.

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Francisco Kroner / 140 Online

Segundo notícia do site The Next Web, o filme sobre a 1ª Guerra Mundial, um dos mais cotados para o principal prêmio desta edição do Oscar, foi uma das seis produções indicadas que foram vazadas nos sites de pirataria e serviços ilegais de streaming desde o começo do ano.

O vazamento dos principais filmes concorrentes ao Oscar 2020 parece ter sido uma operação orquestrada em larga escala, com as produções disponíveis em vários sites e serviços piratas de streaming ao mesmo tempo. O site TorrentFreak informa em notícia que a atividade pirata pode ter sido coordenada por quadrilhas de piratas, que divulgou as cópias ilegais dos principais filmes em menos de 24 horas.

Esse grande volume de produções disponíveis em sites piratas nas vésperas da cerimônia de entrega dos prêmios indica que a atividade está em alta. O número de produções vazadas em 2020 chegou a 16, um número muito significativo em comparação com 2019, que foi considerado um ano de baixa ocorrência de pirataria na semana da entrega dos Oscar.

Os filmes foram vazados no formato chamado “screener”, que são cópias de alta qualidade de som e imagem, voltadas para exibições privadas, para jornalistas, críticos e membros da Academia de Cinema de Hollywood. Mas cópias foram desviadas e distribuídas pelos piratas para sites e serviços de streaming.

Segundo o TorrentFreak, dois grupos diferentes de piratas (TOPKEK e Hive-CM-8) vazaram os “screeners” do filme ‘1917’, e que os dois vazamentos vieram de várias fontes, com arquivos de diferentes tamanho e qualidade de imagem.

Além de ‘’1917’, foram vazados os “screeners” dos filmes “Richard Jewell”, “A hidden Life”, “Color Out of Space”, “Dark Waters”, e “Queen and Slim”.

Os estúdios de Hollywood e as operadoras de TV por assinatura estão mostrando grande preocupação com essa alta no vazamento de conteúdos inéditos, o que fere o sistema de janelas de exibição praticado pelas empresas.

Pirataria

Polícia Civil realiza operação de combate à pirataria na região da Santa Ifigênia, em São Paulo

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Segundo o portal de notícias G1, a Polícia Civil de São Paulo realizou nesta quarta-feira (12) uma operação de combate à pirataria de TVs por assinatura na região central da capital paulista.

A operação aconteceu na região da Rua Santa Ifigênia e os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão em várias lojas. O objetivo foi identificar aparelhos usados para ter acesso à TV por assinatura sem pagar nada por isso. Esses produtos são contrabandeados e proibidos de comercialização, segundo a lei brasileira.

Os mandados judiciais focaram em 27 locais que comercializam esse tipo de aparelho.
Na operação, foram encontrados 400 decodificadores. A polícia apreendeu os produtos, deu início aos procedimentos criminais e a prefeitura lacrou os boxes e lojas que vendem esses produtos.

No Brasil, as perdas com a pirataria audiovisual chegam a R$ 9 bilhões ao ano, de acordo com a Associação Brasileira de Televisão por Assinatura.

fonte: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2020/02/12/policia-civil-realiza-operacao-de-combate-a-pirataria-de-tvs-por-assinatura-no-centro-de-sao-paulo.ghtml

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Pirataria

Dish Network recebe US$ 9.9 milhões em ação contra IPTV pirata

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Matéria publicada pela World Intellectual Property Review informa que a operadora americana Dish Network ganhou US$9.9 milhões em ação contra a Easybox IPTV, serviço pirata de TV pela internet, que transmitia ilegalmente os conteúdos da operadora. A sentença foi dada em julgamento publicado pela corte distrital do Texas na última semana.

A Dish Network processou a Easybox em 2016, depois de descobrir que 66 de seus programas estavam sendo transmitidos ilegalmente pelo serviço de IPTV pirata.
Provedores de IPTV como a Easybox capturam as transmissões ao vivo e distribuem para seus próprios clientes.

Foram 112 notificações de violações enviadas pela Dish à Easybox entre 2016 e 2019, solicitando que o conteúdo ilegal fosse removido.

A corte desativou o domínio Easybox e emitiu uma ordem que proíbe qualquer provedor terceirizado de serviço de internet de prover qualquer serviço para a Easybox e seus responsáveis, relacionados a transmissão de programas protegidos por direitos autorais.

A Dish Network tem atuado fortemente na repressão ao roubo de conteúdo por serviços de IPTV piratas e outros equipamentos piratas.

Em novembro de 2018, o Departamento de Justiça Americano acusou três pessoas por suspeita de prover acesso ilegal ao conteúdo da Dish Network em Porto Rico. A Dish possui um satélite para prover TV, assim como seu próprio serviço de IPTV, a Sling TV. Atualmente a empresa emprega mais de 16.000 pessoas.

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