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Pirataria

Responsáveis por streaming pirata são indiciados nos EUA

Oito homens que, declaradamente, comercializavam serviços piratas de conteúdo audiovisual, ofereciam mais títulos que o Netflix

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Francisco Kroner / 140 Online

De acordo com matéria publicada pela BBC, as plataformas Jetflicks e iStreamItAll devem responder por violação das leis de direitos autorais, perdendo, segundo os acusados, milhões de dólares. Os milhares de assinantes, tinham acesso a mais de 300 mil episódios de TV e filmes, disponíveis para usuários nos Estados Unidos e Canadá.
Muitos dos filmes ainda não tinham sido disponibilizados para visualização em home-video. Jetflicks cobrava aos usuários $9,99 (£8,20) por mês, enquanto iStreamItAll, que ainda não foi fechado, atualmente oferece planos mensais por $19,99 e cobra $179,99 por um ano do serviço.
“Os dois serviços supostamente ofereciam mais programas de televisão e filmes do que serviços legais de streaming como Netflix, Hulu, Vudu e Amazon Prime Video“, disse o Departamento de Justiça em um comunicado.
É de conhecimento da justiça estadunidense, que os serviços usam codificação para obter ilegalmente vídeos de sites como The Pirate Bay.
O Departamento de Justiça acrescentou que, alguns dos filmes oferecidos pelo iStreamItAll, “ainda não estavam disponíveis para venda autorizada, download ou visualização fora das salas de cinema”.
Os acusados responderão por crimes como lavagem de dinheiro, conspiração e violação de direitos autorais, entre outros.

Essa matéria foi originalmente publicada em 30 de agosto de 2019, no site da BBC News. Confira a matéria em inglês.

Pirataria

Operadora de TV pede ajuda ao Google contra pirataria de IPTV

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Francisco Kroner / 140 Online

As empresas de TV por assinatura estão buscando a ajuda de aliados poderosos em sua ação contra a pirataria de IPTV / conteúdo: os sites de busca, que são muito usados pelos criminosos para popularizar o acesso ilegal aos programas de televisão.

De acordo com o site especializado Tudo em Tecnologia, a operadora mundial de TV paga via satélite Sky pediu ao Google que excluísse uma lista de 500 sites irregulares de IPTV, facilmente encontráveis no sistema de busca. Esses sites de IPTV violam direitos autorais, compartilhando conteúdos exclusivos e afetando a audiência e o faturamento dos sites legítimos. Desde meados de 2019, a indústria brasileira de TV paga também já faz uso do “delisting” no google search.

Os sites de busca e as redes sociais têm se mostrado dispostos a concordar com esses pedidos das empresas que controlam conteúdos de forma legítima. A colaboração com os gigantes de busca pode ser uma ferramenta importante no combate à pirataria.

No mês de Setembro de 2019, uma operação policial na Itália foi capaz de derrubar o site Xtream-Codes, levando o mercado da pirataria de IPTV cair em 50%. Mas um desses sites ilegais voltou novamente ao ar e levou a Sky Itália a investir novamente em seu acordo com a gigante de buscas da internet. Infelizmente, esse tipo de ação costuma durar pouco, sendo necessária outras ações para ao menos controlar a situação.

Como prova de um crescimento iminente em termos de pirataria, o Relatório Global de Fenômenos da Internet 2019 da Sandvine informou que os consumidores que não podem se dar ao luxo de assinar todos os diferentes serviços compartilham arquivos para ter acesso ao conteúdo original mais recente. As empresas legítimas estão mudando suas estratégias para tornar o acesso ao conteúdo legalizado mais acessível para os consumidores.

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Pirataria

Ano começa com ações contra pirataria de TV

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O novo ano começou com o desmantelamento de redes de pirataria de TV em vários pontos do mundo.

Segundo notícia do site Event News Asia, o site indoXXi, um dos mais populares portais de pirataria de TV do mundo, foi permanentemente encerrado no dia 1º de janeiro.

O grupo indoXXi é sediado na Indonésia e controlava um grande número de sites e aplicativos de pirataria de conteúdo. No primeiro dia do ano, o portal passou a apresentar a mensagem: “Feliz Ano Novo 2020. A partir de hoje, nosso site não estará mais acessível, incluindo o aplicativo Indoxxi. Obrigado por ser um espectador fiel do INDOXXI até hoje, sempre apoie a indústria criativa a se tornar mais avançada no futuro. Saudações, INDOXXI.” A mensagem foi repetida nas redes sociais do grupo.

Vários sites de streaming do indoXXi já estão fora do ar, mas alguns ainda permanecem operacionais, transmitindo conteúdo pirateado de canais da Indonésia e de emissoras internacionais. Segundo a firma de análise de popularidade online, o IndoXXi é o 721º site mais popular do mundo, e está entre os 100 sites mais populares na região que inclui a Indonésia, Malásia, Japão, Cingapura, Filipinas e Taiwan.

Segundo um estudo realizado pela organização YouGov, 63% dos indonésios acessam sites de pirataria de TV, e isso levou o governo do país a promover uma campanha contra esse tipo de atividade ilegal, tirando os sites do ar e processando seus responsáveis. Segundo o ministro das comunicações da Indonésia, Johnny Plate, a pirataria de televisão tem um impacto negativo na imagem do país. O ministro disse que o governo busca melhorar essa percepção, o que inclui proteger os direitos dos proprietários do conteúdo.

O diretor de relações públicas da polícia nacional da Indonésia, Asep Adi Saputra, declarou que a polícia apoia totalmente a ação realizada pelo ministério das comunicações do país. As associações de vídeo e cinema da Indonésia também manifestaram apoio à campanha contra os sites de pirataria de TV. A organização Video Coalition of Indonesia (VCI) está colaborando diretamente com o ministério nessa ação.


África do Sul

Já no país africano, um suspeito foi preso no final de 2019 na Cidade do Cabo, acusado de vender acesso ilegal de conteúdos de canais de TV pela internet.

Segundo informa o site Broadband TV News, o homem detido vendia assinaturas falsas da operadora de TV por assinatura MultiChoice South Africa, além de canais de várias operadoras internacionais.

Na África do Sul, a legislação conhecida como Copyright and Electronic Communications and Transactions Acts classifica com crime distribuir sinal de TV sem o consentimento dos detentores dos direitos autorais.

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