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Pirataria

Seja esperto e conheça os riscos dos serviços ilegais de TV por assinatura

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Você sabia que pode estar correndo riscos ao acessar serviços ilegais de distribuição de TV por assinatura? Veja alguns:

Vírus e malware. A maioria dos sites ilegais de IPTV, usados para a distribuição de serviços ilegais de TV por assinatura, apresenta muitos anúncios, que surgem de modo agressivo na tela. E esses anúncios não são gerados pelo Google Ads ou outra rede de anúncios de boa reputação. Muitos desses anúncios são ligados a vários tipos de vírus e malware, programas maliciosos que se instalam no computador ou celular do usuário para furtar dados. Os anúncios enganam o consumidor, disfarçando downloads nos botões de fechar ou iniciar. Basta um clique errado para que um vírus se instale no equipamento. O mesmo pode acontecer por meio de apps baixados de lojas virtuais ou caixas IPTV ilegais compradas em e-commerces. Veja aqui caso de app malicioso retirado do Google Play.

Instabilidade e bloqueio judicial. Contratar um serviço ilegal IPTV significa que você está abrindo mão de seus direitos de consumidor e da qualidade do serviço que contrata. Não poderá reclamar nem para a Anatel e nem para o Procon. Além desses serviços serem instáveis, com qualidade irregular de transmissão, eles atentam contra os direitos de autores e muitas vezes são passíveis de bloqueios judiciais.

Como saber se o seu serviço de TV por assinatura é legal:

Equipamentos: as operadoras de TV por assinatura licenciadas pela Anatel são obrigadas a usar equipamentos homologados pela agência (Art 19 e 156 da Lei Geral de Telecomunicações e Resolução nº 242/2000 da Anatel).

Listas e Aplicativos IPTV: Para ser legal a lista e o app IPTV, mesmo que pago, precisam ter a autorização do detentor dos direitos econômicos sobre o jogo, programa, série que pretende transmitir. Pergunte ao desenvolvedor se ele tem esse contrato com o detentor do direito. Se não tiver, tenha certeza de que é um app ou lista ilegal.

Sites de streaming IPTV: As programadoras e operadoras de TV por assinatura licenciadas na Ancine e Anatel não costumam oferecer seus canais em sites terceiros de streaming IPTV. Fique sempre atento com ofertas que prometem milhares de canais a preço muito baixo.

Operador de banda larga: Se o seu operador de banda larga estiver oferecendo acesso a canais e conteúdos audiovisuais, pergunte se ele tem licença SEAC para realizar essa prestação – acesse o site da Anatel (anatel.org.br) para confirmar. Mas nunca se esqueça: mesmo que tenha a licença, também é necessário ter contrato com o detentor do direito de exploração do programa para ser considerado legal.

Os serviços ilegais de TV por assinatura oferecem muitos riscos para um número questionável de vantagens. Neste blog você encontra inúmeras informações que vão lhe ajudar a não ser enganado. Não fomente a pirataria, ela financia o crime organizado (veja mais aqui). Seja bem-vindo e boa leitura.

Pirataria

Maior empresa de mídia das Filipinas processa piratas nos EUA

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Francisco Kroner / 140 Online

A rede ABS-CBN, maior grupo de mídia das Filipinas e sua subsidiária nos Estados Unidos entraram com uma ação contra dois homens acusados de venderem set-top boxes ilegais de satélite, com violação de criptografia para oferecer a programação da ABS-CBN de graça para os usuários.

Segundo notícia da publicação especializada Piracy Monitor, um homem no estado do Texas e seu primo residente na Califórnia são os acusados de pirataria nessa ação movida pela empresa. Alberto Ace Mayol Alfaro no Texas e Romula Araneta ‘Jon’ Castillo na Califórnia foram presos no começo de fevereiro. A empresa colaborou com o Departamento de Polícia de Los Angeles para a prisão de Castillo.

A ação movida pela ABS-CBN cita leis federais dos Estados Unidos que proíbem a distribuição não autorizada de “comunicações protegidas” e contra a venda de equipamentos criados especificamente para a violação de transmissões protegidas. Uma lei da Califórnia proíbe a interceptação de serviços de um “provedor multicanal de vídeo ou informações” e vender equipamentos para esse fim.

A ação movida no Texas contra Alfaro é similar, citando a mesma legislação federal e leis dos Texas a respeito de “recepção não autorizada” e venda ilegal de equipamentos receptores.

É a segunda ação da empresa filipina contra piratas que operam nos Estados Unidos em menos de um ano. Em dezembro de 2019, a ABS-CBN moveu uma ação de US$ 4 milhões contra o texano Anthony Brown e a empresa 1700 Cuts Technology pela venda de aparelhos ilegais de streaming pré-programados com o conteúdo da ABS-CBN.

As ações da ABS-CBN são particularmente complexas no cenário da pirataria de TV, porque é uma empresa internacional processando piratas americanos em estados diferentes dos EUA. Os casos mais frequentes de pirataria internacional ocorrem quando criminosos na Ásia furtam conteúdo de empresas americanas ou europeias, mas este é oposto.

O caso demonstra que uma operação de pirataria pode criar um ecossistema fechado de conteúdo, distribuição e equipamentos de recepção. Também destaca que a pirataria de TV é um problema tão grande nos EUA como é em outros países, mesmo aqueles com maior fama nesse tipo de atividade criminosa. A ação mostra a importância da colaboração entre a indústria de mídia e entretenimento e as autoridades policiais.

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Pirataria

A pirataria audiovisual prejudica o futebol

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Conheça o site https://soulegal.tv.br e saiba mais sobre o impacto da pirataria para os clubes de futebol.

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